terça-feira, 26 de maio de 2015

Dia do Desafio

Dia 27/05/2015, de 9h às 14h, na praça central da Etapa A, em Valparaíso de Goiás

A dor do luto é inevitável




Todo luto é doloroso, principalmente em mortes súbitas. Até quando uma pessoa fica doente por um longo período e morre, o sentimento é de extrema impotência. As consequências de quem perde alguém são muitas, desde a raiva, culpa, abandono, rejeição, inconformismo e etc, inúmeras sensações podem ser descritas. A morte é inevitável para qualquer um. E certamente quem passa pelo processo da perda precisa de um amparo seja de profissionais da saúde, família, amigos e de Deus exclusivamente.

Recentemente, perdi pessoas queridas de forma abrupta. Nas primeiras semanas acreditei que aquela triste notícia seria um pesadelo. Às vezes senti culpa e refiz a cada instante toda a história que vivi com essas pessoas na minha cabeça.

A dor é inevitável, chorar e lembrar das pessoas que se foram a todo momento faz parte do processo do luto. Porém, confesso que a fé tem me ajudado a acabar com o vazio que ficou, tem me dado forças a cada dia. O exercício da fé sobrenatural é um apoio importante para suportar grandes perdas.
A minha fé tem me confortado e me acolhido nas horas mais difíceis da minha vida. Jesus nos deixou este belo ensinamento quando disse: “ Todavia, o meu justo viverá pela fé”. Hebreu 10:38.

Não está escrito que o justo viverá pelo amor, emoções, tristezas, alegrias, mas sim pela fé. Somente assim, as pessoas serão capazes de conquistar as promessas de Deus aqui na terra e obter a sua própria vida eterna.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Centro Olímpico da Estrutural muda vida de ex-catador do lixão

Centro Olímpico da Estrutural muda vida de ex-catador do lixão

Essa é uma história de superação por meio do esporte. Aluno do Centro Olímpico e Paralímpico da Estrutural, Paulo Cardoso Vieira, tinha sete anos quando começou a trabalhar no lixão da cidade.
Aos 29 anos, perdeu a visão e a audição em virtude dos gases tóxicos e do excesso de barulho dos tratores.  Após algum tempo, Paulo ficou cego e com um déficit auditivo de 50% do ouvido direito. Após a perda da visão e parcial da audição, problemas como insônia, obesidade, irritabilidade e desmotivação com a vida começaram a angustiar diariamente a família.

Acompanhado pela esposa Carla Assis, ela contou que na época já não tinha mais esperança de ajudar o marido. “Eu sentia muito medo. Paulo dizia várias vezes que queria sumir porque há quatro anos vegetava em cima de uma cama, dependendo de mim e dos nossos filhos”, relatou.

A última tentativa da esposa para reverter o quadro do catador que se tornava cada dia mais crítico, foi procurar o Centro Olímpico e Paralímpico da Estrutural. Lá a família foi prontamente atendida e encaminhada para Coordenação de Pessoas com Deficiência Física.

Após passar por uma entrevista com psicólogos e testes de aptidão física, foi constatado pela equipe técnica que as modalidades de natação e atletismo seriam as melhores atividades indicadas para reverter o quadro do futuro aluno.

“Cheguei depressivo, sem condições de fazer absolutamente nada. Porém, os professores, com todo o carinho me incentivaram dizendo que eu tinha capacidade de superar os meus problemas. Hoje me sinto 100% saudável, agradeço a atenção dos professores do Centro que tanto me ajudaram a mudar de vida”, ressaltou.

Ao falar dos seus sonhos, Paulo se emociona e declara que pretende ser um grande atleta para ajudar a família. “Eu cheguei sem rumo. A depressão me consumiu em cima de uma cama por quatro anos. Quando cheguei no Centro Olímpico e Paralímpico tive o apoio dos professores e acreditei no que eles falavam, que eu poderia superar meus limites”. Paulo deixa ainda uma mensagem para aqueles que enfrentam dificuldades por causa da deficiência física:  “você também é capaz de enfrentar todos os seus desafios para ser feliz”, garante.

De acordo com a professora de atletismo da unidade, Hevélin Santana, Paulo tem condições reais de ser um grande atleta pelo excelente desempenho nas aulas de atletismo. “Além de ser um exemplo para sua família, ele é um motivador para todos os alunos e professores do Centro”, disse.

Após sete meses de atividades regulares, hoje Paulo tem seu sono regularizado, dorme normalmente no período noturno, emagreceu 12 kg está muito empolgado e treinando firme para que, na primeira oportunidade, possa participar de competições de natação e atletismo.

Centros Olímpicos e Paralímpicos

O programa Centros Olímpicos e Paralímpicos é desenvolvido pela Secretaria do Esporte e Lazer em onze cidades satélites do DF. Baseado na política pública de inclusão social por meio do esporte, tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da comunidade atendida.

A proposta do programa oferece, prioritariamente, à crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência, alternativa diferente de vida usando atividades sócios-recreativas esportivas e de lazer, em que os valores como cooperação, solidariedade e auto-estima, propiciem enriquecimentos transformando assim as expressões da sua conduta.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Biografia do cantor Douglas Cabral - Parte 2


 Aos meus 21 anos,  quando cumpria mais uma agenda de show com o meu grupo de pagode, sofri um acidente automotivo à mais de 180 km/h. Graças a Deus, sem vítimas graves. Uma lembrança escrita para sempre em minha história como “O grande livramento de Deus e início do meu Chamado’’. Após o acidente decidi voltar para a Casa do meu Senhor de onde eu nunca deveria ter saído.

Em 2010, formamos a Banda Frequência Black, com o intuito de ganhar almas para o Reino de Deus através de letras e ritmo que expressem alegria e fé para todas as idades.

E um dos meus maiores sucessos foi o Karatê de Deus, inspirado no que eu passava no momento. Como diz no trecho: “As lutas estão imensas, eu não desisto, eu insisto e eu consigo porque eu sou mais que vencedor. Deus é bom e o diabo que não presta”.

O meu primeiro Show na FJU foi em uma Vigília realizada na Igreja que fica no Conic. Confesso que eu estava muito nervoso, mas foi uma ótima experiência que abriu portas para novos shows.

A maior dificuldade é a falta de patrocínios para a gravação do primeiro CD, isso atrapalha a carreira de qualquer banda.

A maioria dos integrantes da Frequência Black conheci no meio secular, já tocávamos em outras bandas seculares da cidade.

Quando sofri o acidente aos 21 anos, fiquei seis meses firme na Igreja Universal. Eu achava que estava preparado para evangelizar os meus amigos que não conheciam Jesus. Porém, ao invés de resgatá-los, eles me levaram para o “mundão” novamente.

Depois disto, eu cheguei na Universal sofrendo muito na vida espiritual, financeira e sentimental. E os integrantes da FJU do Sudoeste me convidaram para conhecer o projeto e ter um novo estilo de vida.

O que me admira na FJU é a construção de homens e mulheres de Deus tanto para o átrio como para o altar.


A melhor coisa que aconteceu na FJU na minha vida foi ter um encontro com Deus. Além disso, tenho a oportunidade de falar para a juventude que o Senhor é bom e as suas misericórdias duram para sempre.  O que Ele fez na minha, Ele também pode fazer na sua.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Biografia do cantor DOUGLAS CABRAL (FJU) 1º Parte



Começo esta entrevista como sempre, agradecendo primeiramente a Deus pelos seus benefícios e benevolências sobre a minha vida e a os meus companheiros que integram esta Banda.

 Sou Douglas Cabral, nasci na Capital do Brasil, Brasília –DF e criado na Região Administrativa do Cruzeiro, conhecido com um bairro carioca e celeiro de sambistas.
 Em 1989 através da programação de televisão, minha mãe conheceu a Igreja Universal do Reino de Deus que estabelecia suas Igrejas na cidade.  Ela trabalhava como enfermeira, infelizmente contraiu lepra conhecida, atualmente como hanseníase. Os médicos desenganaram e a afastaram do trabalho.

Uma programação de televisão chamou muita a atenção da minha mãe. Então ela observou que muitas pessoas eram curadas, entre elas, doenças que a medicina desenganava como a lepra. Assim, ela usou a fé, procurou a IURD mais próxima de casa, conquistou o seu milagre e o bem mais precioso: o Encontro com Deus.

Minha mamãe se tornou obreira.  Lembro que ela levava eu e minha irmã todos os dias para a igreja Universal. Sempre com amor, dedicação e zelo, crescemos na presença de Deus. Desde de criança, sempre gostei de música. Fui influenciado pelos meus tios que eram músicos de grandes bandas da cidade.   E a minha vontade sempre foi ser como eles.

Na época no FJU não existiam projetos culturais, esportivos e outros como existem hoje. Por isso, quando me reúno com o pessoal da Banda, friso e alerto a valorização que devemos dar ao projeto Cultura FJU.  Antes não existia projetos que apoiasse a cultura, o esporte e outros que hoje é disponibilizado na FJU e isso possibilitou que o “mundão” arrastasse e atraísse com os seus “bons pratos” que nele há.


 Aos 18 anos, me profissionalizei na música. Quando acompanhava e abria shows de vários artistas da cidade e do Brasil, eu pensava que era fácil caminhar na música secular e ser feliz, pois estava sempre arrodeado de amigos e shows.

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